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sexta-feira, 10 de julho de 2009

Quem vem e atravessa o rio...

Realizamos uma visita de estudo ao Porto - Património Mundial.

A visita exigia preparação física mas os Efinhas estiveram à altura...

Ficam aqui algumas fotos, seguidas de alguns comentários dos formandos sobre esta "caminhada" pela história da cidade.

Comentários dos formandos:
Gostei muito da visita. Fomos visitar locais que eu não conhecia. Agradeço ao CFPSA por este passeio. (José Fernandes)
Uma visita ao centro histórico do Porto e de V. N. de Gaia que veio enriquecer ainda mais os meus conhecimentos destas duas zonas, em especial, as ruelas envolventes ao antigo Arco de Sant'Ana. (Rogério)
Foi uma visita interessante e gostava que o meu País fosse mais conhecido pela sua cultura e história, que é muito rica. Aproveito para dizer que tivemos um bom guia turístico. (Lurdes Pires)
Adorei a visita de estudo principalmente a paisagem da Serra do Pilar que é muito linda . Mais iniciativas como estas haviam de se realizar mais vezes . (Armandina)
Da manhã de hoje o que mais gostei foi de ter subido à Serra do Pilar pois tem uma vista fantástica. (Bruno Cardoso).
Gostei muito, foi muito interessante ficar a conhecer mais sobre alguns sítios do Porto, e ver a beleza desta cidade. A arquitectura das igrejas e das casas é lindíssima... Diverti-me muito. (Patrícia Teixeira)
Foi um dia muito importante porque ficámos a conhecer sítios que para alguns pode não dizer nada, mas que têm muita importância para todos nós portugueses. (Nuno Brito)
Gostei muito da visita ao Mosteiro da Serra do Pilar. (Glória Dias)
No meu ponto de vista esta visita resume-se numa só palavra- fascinante, pois trata-se um pouco da história do Porto. (Pedro Silva)
A visita foi espetacular! Eu sendo natural da cidade do Porto, foi com grande prazer que fui descobrir o centro histórico da cidade do Porto e de Vila Nova de Gaia. O palácio da Bolsa, Igreja dos Grilos, a casa do Infante D. Henrique, são obras de arte. A cidade do Porto é património mundial da cultura. Dou uma sugestão aos portugueses se quiserem ir de férias - vão para fora cá dentro! Muito obrigado ao CFPSA e ao seu formador por esta visita. Vale bem o tempo dispendido. (Amilcar Gomes).
A visita de estudo foi muito rica pela cultura histórica e a beleza da imagem da cidade do Porto que é Património Cultural da Humaninadade.(Augusto Maia).
Eu, Eugénio Mota venho em poucas palavras louvar a direcção do curso de formação pela actividade deste dia. Valeu por toda a actividade elaborada destacando-se a visita aos lugares históricos, Porto 10-07-2009. (Eugénio Mota).
A visita ao centro histórico do Porto proporcionou-nos, visitar grandes obras: Sé, Palácio da Bolsa, Igreja dos Grilos, Casa do Infante. Para além disso foi o convívio em todo o percurso. (Palmira Costa).

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

"O Valor da Cidadania"

O que é a cidadania?

… pensamentos por ANTÓNIO PINTO*…

Preâmbulo…

Antes de dizer algo penitencio-me desde logo pela ousadia de tentar explicar o que é a cidadania. Nunca fui, não sou nem virei a ser um “cidagogo” por analogia ao pedagogo. Simplesmente compete-me tentar desenvolver nos adultos que por meus caminhos se cruzam, algumas ferramentas/instrumentos -hoje em dia prefere falar-se em competências- que lhes permitam desenvolver conhecimentos, capacidades, atitudes, valores que lhes possibilitem ter um papel activo, informado e consciente enquanto cidadãos.

Ser cidadão implica ser responsável, implica participar activamente na vida pública, desempenhar um papel valioso quer a nível familiar, quer no círculo de amigos, quer a nível profissional ou até numa dimensão social mais ampla, como uma comunidade, uma região, um país … a aldeia global.

Qual a minha ambição enquanto formador desta área? O exercício pleno de direitos e deveres não se compadece com passividade, com desinformação, com desinteresse por tudo e todos. Parto da convicção plena de que se formos cidadãos activos, informados, interessados estaremos munidos das ferramentas que nos irão ajudar a sobreviver e a desempenhar um papel relevante perante os que nos rodeiam.

Faz sentido a educação para a cidadania com adultos? A Cidadania não é uma espécie de “medicamento que se toma e já está”! A cidadania exerce-se, sobretudo, ao longo da vida, requer sucessivas aprendizagens, sucessivos reajustes, diversas inversões … tarefas complexas para serem delimitadas num pequeno espaço de tempo. A aprendizagem ao longo da vida é sobretudo um exercício de cidadania, é um jogo de “in” e “out”, numa espiral complexa que se vai traduzir em nós numa evolução enquanto pessoas.

Nesta época tão complexa em que os valores parecem estar em segundo plano faz sentido trabalhar a cidadania? Mais do que nunca! O facto dos cidadãos crescerem, tornarem-se responsáveis, activos, informados, faz com que o sentimento tão pouco democrático que reina, possa ir resvalando e aos poucos desaparecendo. E precisamente nas épocas mais conturbadas que mais precisamos de sorrisos amáveis. Sim porque ser cidadão é ser optimista, é ser dourado em vez de cinzento, é puxar para cima quando todos procuram descer, é ir contra a corrente, ou deixar-se levar por ela, é decisão! Só que para se tomar decisões complexas é preciso estar informado, ser activo, ser responsável … ser CIDADÃO!

Como se aprende cidadania? A cidadania não se aprende, exerce-se! É através da interacção, do debate de ideias, da crítica do aprender a aprender que ela se cultiva. É no convívio, no diálogo, na acção … que nos tornamos cidadãos!

Que dimensões podem ser trabalhadas em Cidadania? Todas! Tudo que diga respeito à vivência das pessoas, aos seus sentimentos, problemas, preocupações, à sua moral … pode ser a metodologia de apoio para uma estratégia de desenvolvimento de cidadania.

Como se avalia a cidadania? Deve ser assente, mais do que qualquer outra questão, em princípios de auto-avaliação, auto-análise, auto-reflexão. Não se pode avaliar numa lógica política de verificação do Valor Acrescentado (“…eras 15% cidadão, mas agora evoluíste e já és 40%. Parabéns!”. A linguagem dos números não se aplica às pessoas e aos seus valores.

Qual a minha missão enquanto formador de Cidadania? Se calhar a questão deveria ser: “Qual o meu papel enquanto catalisador de cidadania?” A resposta é complexa e resume-se uma frase célebre:

“fica sempre um pouco de perfume nas mãos de quem oferece flores!”

*António Pinto
(Formador de Cidadania e Empregabilidade – com muito gosto- no Curso EFA B3 de Pastelaria/Panificação do CFPSA-Porto).

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Equipa da delegação Norte

A delegação Norte conta com uma equipa jovem e dinâmica que assegura os serviços de FORMAÇÃO, tanto internos como externos, assim como os serviços de HIGIENE & SEGURANÇA ALIMENTAR.

Ana Almeida - Responsável da Delegação Norte
Lisete Alves - Núcleo de Segurança Alimentar - deleg Norte


Formadores Pastelaria:
António Santos
Cristiano Louro
César Ribeiro
Paulo Alves

Formadores Cozinha:
Rui Ferreira
José Portugal

Equipa EFA:
Ana Almeida - Mediadora Pessoal e Social
Lígia Carvalho - Mediadora Pessoal e Social
Ana Bastos - Matemática para a Vida / Sociedade Tecnologia e Ciência
António Pinto - Cidadania e Empregabilidade / Cidadania e Profissionalidade
Filipe Fonseca - Linguagem e Comunicação / Cultura, Língua e Comunicação
Olga Marques - Cultura, Língua e Comunicação
Marta Oliveira - Tecnologias de Informação e Comunicação / Sociedade Tecnologia e Ciência
Nuno Gonçalves - Inglês

Equipa Formação Tecnológica:
Andreia Gomes - Francês e Inglês Técnico
Cristina Ramos - Higiene e Segurança Alimentar, HACCP, Gestão da Qualidade
Elsa Alves - Nutrição, Higiene e Segurança Alimentar, HACCP
Susana Vasconcelos - Cuidados Básicos de Saúde
Tânia Silva - Cuidados Básicos de Saúde
Graça Nogueira - Legislação

Equipa NSA Norte (Núcleo de Segurança Alimentar):
Albertina Sampaio
Carla Neves
Cristina Coelho
Cristina Ramos
Elsa Alves
Mónica Leal
Rita Martins

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

O que é o CFPSA

O Centro de Formação Profissional para o Sector Alimentar (CFPSA) é uma instituição de ensino vocacionada e Acreditada pelo IQF para desenvolver acções de aprendizagem e qualificação, destinadas a jovens à procura do primeiro emprego, e acções de aperfeiçoamento e especialização, destinadas a profissionais do sector. O apoio técnico e pedagógico a empresas que o solicitem e que possuam meios humanos e materiais que lhes permitam criar estruturas próprias para a formação do seu pessoal é outra das atribuições do Centro. Também o seu Laboratório de Ensaios se encontra Acreditado de acordo com a norma NP EN 45001 e a Directiva CNQ 8, e ao abrigo do artigo 17º do Decreto-Lei nº 234/93 de 2 de Julho, com o nº 96/L.180 . Fundado em 24 de Julho de 1984, o Centro de Formação Profissional para o Sector Alimentar, entidade de Direito Público, resultou de um Protocolo homologado pela Portaria 446/87, publicada no DR 121-I série de 27/05/87, firmado entre as seguintes entidades: - IEFP - Instituto do Emprego e Formação Profissional; - ACIP - Associação do Comércio e da Indústria de Panificação, Pastelaria e Similares; - ACCCLO - Associação dos Comerciantes de Carnes do Concelho de Lisboa e Outros; - AIPAN - Associação dos Industriais de Panificação, Pastelaria e Similares do Norte; - ARESP - Associação da Restauração e Similares de Portugal; - ARTOGEL - Associação Portuguesa dos Geladeiros Artesanais; - SITESE - Sindicato dos Trabalhadores de Serviços. Trata-se portanto de um Centro de Gestão Participada, contando-se entre os seus outorgantes uma entidade pública – IEFP -, cinco associações empresariais e profissionais e um sindicato. Promovendo cursos nas áreas de Carnes; Controlo de Qualidade Agro-Alimentar; Gestão Alimentar; Panificação, Pastelaria e de Restauração, a acção do Centro Alimentar não se restringe, contudo, à formação de profissionais. Os seus grandes objectivos são também a modernização do sector alimentar, por um lado, e, por outro, a exigência, junto das autoridades competentes, de melhores condições de higiene e funcionalidade nos locais de trabalho e de atendimento público do sector. Quanto ao futuro, procurará o CFPSA melhorar cada vez mais o entrosamento entre si próprio, a Indústria e os Trabalhadores; optimizar ao máximo as áreas ao seu dispor; valorizar os seus recursos humanos; e, finalmente, alargar o intercâmbio com outras organizações congéneres nacionais e/ou internacionais. No fundo, melhorar sempre aquilo com que sonhou e se iniciou na data da sua fundação: TRABALHAR PELA DIGNIFICAÇÃO DO HOMEM